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10 anos do tinto atlântico da AdegaMãe

O Dory Tinto, o primeiro vinho da AdegaMãe (estreia na vindima de 2010), celebra a sua décima edição com a colheita 201 e com uma importante novidade: a casta Pinot Noir, oriunda da mais atlântica vinha da adega.

A introdução desta casta não deixa ser simbólica: se o primeiro Dory de 2010 era feito exclusivamente com as uvas então existentes na quinta que é hoje a AdegaMãe, esta colheita de 2019 é o paradigma de todo o percurso de evolução experimentado. Hoje, as melhores uvas tintas das castas Touriga Nacional, Aragonez e Syrah chegam do terroir mais continental de Alenquer.

Da atlântica vinha, entretanto reconvertida quase exclusivamente para a produção dos brancos mais nobres da casa, surge a exceção, o Pinot Noir, que finaliza o lote do novo Dory Tinto 2019, reforçando toda a sua elegância. “A casta que retirámos do lote foi o Merlot. A nova vinha de Pinot Noir na AdegaMãe, graças ao clima mais fresco, está a revelar-se uma excelente fonte de matéria-prima para alguns dos novos vinhos que estamos a desenvolver. A casta tem um carácter interessantíssimo neste terroir atlântico e impôs-se claramente para aquilo que é a nossa interpretação de um tinto de Lisboa: perfil elegante, fresco e descomplexado, muito versátil e guloso. No fundo, é isso o nosso Dory Tinto”, explica o enólogo Diogo Lopes

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