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UNESDA promete 22% menos de açúcar nos refrigerantes até 2020

A representante do sector de bebidas não alcoólicas europeu, a UNESDA, prometeu mais 10% na redução de açúcares adicionados entre 2015 e 2020.

A redução do açúcar na Europa atingiu 12% entre 2000 e 2015, incentivada pela procura dos consumidores por menor teor de açúcar nos refrigerantes.

A meta de redução de açúcar leva em conta as promessas atuais e futuras da indústria local, refletindo a dieta nacional e as preferências dos consumidores, e impactando mais de cinco milhões de consumidores.

A UNESDA disse que o sector alcançará o seu objetivo usando edulcorantes baixos e sem calorias e aumentando a oferta de embalagens de tamanhos menores para permitir controlo da porção. O grupo disse que a disponibilidade de embalagens de tamanho inferior a 330 mililitros (tamanho padrão da lata) aumentou 150% desde 2006, com mais de 30 pacotes únicos diferentes para escolher.

Dois terços dos novos lançamentos de produtos são para produtos com zero açúcar ou açúcar reduzido, que representam mais de 30% das vendas em muitos mercados da União Europeia, acrescentou.

O movimento da indústria para reduzir o açúcar foi em resposta ao pedido de Bruxelas para uma reformulação de produtos e níveis mais baixos de açúcar na indústria alimentar. “Congratulamo-nos com a abordagem política da União Europeia em matéria de reformulação e redução de açúcar, que se baseia em parceria e nos permite oferecer velocidade e escalaEste compromisso de redução de açúcar de 10% representa um triplicar do ritmo dos nossos esforços até agora. Precisaremos de empregar uma ampla gama de ferramentas para atingir o nosso objetivo ambicioso e esperamos que outras categorias de alimentos sigam  o exemplo para gerar massa crítica“, afirma Stanislas de Gramont, presidente da UNESDA Soft Drinks Europe e CEO da Suntory Beverage and Food Europe.

Os governos também estão a agir para reduzir o açúcar em refrigerantes. Por exemplo, um imposto sobre as bebidas açucaradas em Portugal entrou em vigor em 1 de fevereiro e pretende angariar 80 milhões de euros, este ano, para o Sistema Nacional de Saúde.

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