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Too Good To Go reconhecida como uma empresa que coloca o planeta em primeiro lugar

A Too Good To Go acaba de receber a  certificação B Corp e anuncia também a expansão para os Estados Unidos, por forma a impulsionar a missão de reduzir o desperdício de alimentos no mundo.

Após uma avaliação rigorosa aos 14 países onde a Too Good To Go opera, a B Lab, organização europeia sem fins lucrativos, reconheceu que reúne uma série de padrões ambientais e sociais, que provam o seu compromisso com objetivos de impacto social nas áreas de governo, trabalhadores, comunidade, meio ambiente e clientes. A Too Good To Go é, assim, reconhecida, como um novo tipo de empresa que privilegia as pessoas, o ambiente e com um compromisso social que predomina sobre os benefícios económicos.

A B Corp é uma comunidade global de mais de 2.600 empresas certificadas, de uma variedade de indústrias e dimensões, incluindo marcas conhecidas como Innocent, Patagonia, Alpro e Just Water. Atualmente, existem mais de 500 certificados B Corp na Europa e mais de 2.600 a nível mundial. A Too Good To Go atualizou legalmente os seus artigos para incluir o compromisso com as práticas padrão da B Corp e junta-se, assim, à comunidade.

Mette Lykke, CEO da Too Good To Go, refere que “ainda o ano passado, a Business Roundtable, composta por quase 200 CEOs das empresas mais importantes dos Estados Unidos, redefiniu a sua antiga declaração sobre responsabilidade corporativa, para reconhecer que o principal objetivo dos negócios deve ser gerar valor para a sociedade e não apenas para os seus acionistas”. Mette Lykke acrescenta ainda que “a acreditação B Corp é um selo poderoso que ilustra aos nossos utilizadores, parceiros e funcionários o tipo de negócio que somos: um com uma missão maior”.

Madalena Rugeroni, Country Manager da Too Good To Go em Portugal, comenta que  “o reconhecimento como uma B Corp é uma ótima forma de consolidar, quer para os nossos utilizadores, para os nossos parceiros e para os nossos colaboradores, o tipo de negócio que somos: uma empresa com impacto social. O objetivo principal dos negócios deve ser mais do que gerar valor para benefício próprio, mas sim ter valor para todos, e acreditamos que na Too Good To Go estamos no caminho certo”.

Luís Amado, representante do B Lab Europeu em Portugal, afirma que “é com grande alegria e expectativa que vemos a Too Good To Go juntar-se à comunidade B Corp, que fica, assim, ainda mais forte. É um grande prazer acolher este projeto empresarial na comunidade B Corp portuguesa. Acreditamos que a Too Good To Go será, sem dúvida, uma mais-valia para a mesma, no seio da qual esperamos que venha a crescer e usufruir de interações e aprendizagens interessantes e valiosas. A Too Good To Go é um excelente exemplo de como as empresas podem contribuir, de forma eficiente, para mudar o mundo para melhor. Com o contributo da Too Good To Go, seremos mais e mais fortes a mudar o mundo para melhor através do impacto das empresas”.

O salto para os Estados Unidos

Quatro anos após o seu ano de fundação, em 2016, na Dinamarca, e a operar em 14 países europeus, a Too Good To Go dá agora o salto para os Estados Unidos, para impulsionar a luta contra o desperdício alimentar.

Esta é a primeira expansão da marca fora da Europa e o 15.º país em que a Too Good To Go está presente. O arranque dá-se em Nova Iorque e em Boston, com o lançamento de uma campanha de recrutamento.

Por ano, os norte-americanos desperdiçam 63 milhões de toneladas de alimentos, um custo de aproximadamente 160 mil milhões de dólares. O governo dos Estados Unidos propôs reduzir este número em 50%, até 2030.“Estamos muito felizes por anunciar que nos estamos a preparar para ajudar a combater o desperdício de alimentos nos Estados Unidos. Foi um longo processo para  decidir onde, fora da Europa, poderíamos ter um impacto maior. Até 40% dos alimentos aptos para consumo acabam no lixo dos norte-americanos, por isso, sabemos que é um grande problema a resolver. Além disso, muitos dos nossos atuais parceiros também operam nos Estados Unidos. Vamos aplicar toda a nossa experiência na Europa, com ferramentas concretas para solucionar o problema, e levar o nosso movimento ao próximo nível”, comenta Mette Lykke.

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