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Sector do retalho chinês a caminho da total recuperação

A Savills China Retail antecipa uma total recuperação do sector do retalho chinês pós-coronavírus na segunda metade do ano.

A empresa imobiliária descreve a recuperação dos centros comerciais, restaurantes, ginásios e centros de entretenimento, cujos negócios foram afetados pelas quarentenas durante e após o Ano Novo Chinês, no final de janeiro. Os consumidores estão de volta às lojas, à medida que a situação epidémica na China melhora. Os centros comerciais de Xangai estão a reportar um tráfego de 30% dos níveis pré-coronavírus. Muitos deles ajustaram já os horários de funcionamento e os retalhistas estão a reabrir ao público as suas lojas.

Apesar de alguns restaurantes terem fechado de modo permanente, incapazes de lidar com os custos laborais e rendas, os que sobreviveram foram autorizados a reabrir mediante um processo de candidatura. Muitos dos ginásios na China também já estão em funcionamento, exceto em Pequim, permitindo a permanência de 50 pessoas em simultâneo por um período de 90 minutos. Após esse período, durante meia hora, encerram para um processo de desinfeção antes de deixar entrar as próximas 50 pessoas.

Bares e discotecas também estão a abrir em Xangai e outras cidades, à exceção de Pequim, contudo, neste caso, os consumidores estão hesitantes na sua frequência. Alguns parques de diversões permanecem encerrados, mas de modo voluntário.

Um outro estudo da McKinsey vem confirmar que os consumidores chineses estão gradualmente a recuperar a sua confiança, o que perspetiva um elevado aumento dos gastos em algumas categorias nos próximos meses.

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