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Refrigerantes artesanais entram no mercado português com a why not soda

Foto Andreia Mayer

why not soda é a marca que inaugura a entrada de Portugal no mercado dos refrigerantes artesanais (craft soda) que, segundo um estudo da Global Info Research, deverá crescer 5,8% nos próximos cinco anos, em todo o mundo.

A startup já deu cartas no final de 2018, quando ganhou o prémio de melhor projeto não-tech no From Start-To-Table, um programa de aceleração para conceitos relacionados com o ecossistema da restauração organizado pela Startup Lisboa e apoiado pelo Turismo de Portugal, pela Delta Cafés, pela Sociedade Central de Cervejas e pela AHRESP.

Nils Schwentkowsi, Steffi Hunstock e Hendrik Raufmann são os produtores por detrás da why not soda. Com consciência de que o futuro está na utilização de produtos com certificação biológica, decidiram avançar com a produção deste refrigerante feito com produtos naturais. LEMON’MATE é feito de limão, chá mate e cafeína. “Quando chegámos a Portugal, percebemos que o movimento de refrigerantes artesanais ainda era muito residual e que não havia marcas portuguesas. Por outro lado, o impacto ambiental de importar este tipo de produto, que é, na verdade, 95% de água, é ridículo. Mesmo sem as todas condições desejáveis, encontrámos um parceiro, a Cerveja Vadia, que nos apoiou muito nesta aventura. Então decidimos ‘why not’ produzi-lo em Portugal?”, afirma Steffi Hunstock.

Para além de trazer uma opção mais saudável para a mesa, o objetivo é introduzir variedade nos lineares de refrigerantes dos supermercados e nas opções disponíveis em bares e restaurantes. “Estávamos habituados a entrar em qualquer mercearia e ver uma quantidade grande de marcas e sabores de refrigerantes. Queremos criar um movimento de refrigerante artesanal aqui e esperamos que, em cinco anos, também tenhamos muitos sabores diferentes e artesanais para experimentar”, reforça Nils Schwentkowsi.

Nils, Steffi e Hendrik dizem-se “amantes de refrigerantes” e já em Berlim, a sua cidade de origem, tinham por hábito provar diferentes tipos de refrigerantes artesanais, tal como se faz já em Portugal, com a as cervejas artesanais. “Para nós, era hábito provar novos sabores, perceber os níveis de açúcar e saber mais sobre os ingredientes. Agora queremos fazê-lo também aqui”, afirma Steffi Hunstock.

A bebida já está disponível em mais de 80 pontos de venda na Grande Lisboa, no Porto e na região do Algarve.

Hendrik Raufmann, Steffi Hunstock e Nils Schwentkowsi
Foto Andreia Mayer

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