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Produtos fora de stock aumentaram 172% em relação aos níveis pré-pandemia

Foto Shutterstock

Em agosto deste ano, e comparativamente com o período homólogo de 2020, os produtos estiveram fora de stock online 24% nas 18 categorias rastreadas pela Adobe Analytics, de acordo com um relatório divulgado pela CNN. Quando comparado com janeiro de 2020, antes de surgirem relatos da propagação da Covid-19, a subida foi de 172%.

O relatório da Adobe analisou mais de um bilião de visitas online a uma maioria dos 100 maiores retalhistas online dos Estados Unidds. Os dados relativos a stocks foram obtidos junto de operadores que utilizam produtos da Adobe Analytics para acompanhar as compras. “Nunca vimos um nível tão elevado durante os 10 anos em que fazemos este relatório. É um recorde“, afirma Taylor Schreiner, diretor da Adobe Digital Insights, acrescentando que os compradores estão a sentir o impacto.

 

Escassez de stock

Das 18 categorias, o vestuário apresenta atualmente os níveis mais elevados de rutura de stock, seguido pelos produtos desportivos, produtos para bebés, eletrónica e produtos para animais de estimação.

Embora o apetite dos consumidores pelas compras continue a ser forte, os retalhistas têm-se debatido com uma série de dificuldades na cadeia de abastecimento, incluindo centenas de milhares de contentores por descarregar, com mercadorias presas em navios incapazes de atracar nos portos.

Os problemas têm suscitado a preocupação em conseguir mercadoria suficiente para as lojas a tempo da época natalícia. Alguns retalhistas já disseram que esperam oferecer menos descontos e ofertas, devido à escassez de stocks. “O que isto nos diz é que os consumidores devem fazer duas listas para as suas compras de Natal”, indica Taylor Schreiner. “Uma deles é a lista de produtos que sabem que podem ser enviados mais cedo e a outra de produtos em que não se preocupam necessariamente com a marca, mas que vão comprar quando tiverem o melhor desconto“.

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