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Preços dos alimentos recuam de alta de 10 anos

O índice de preços dos alimentos, compilado pela Organização para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas (FAO), revela que os preços globais das “commodities” alimentares recuaram de uma alta de 10 anos, em junho, caindo, pela primeira vez, em 12 meses, liderados pelos óleos vegetais e pelos cereais.

No entanto, numa altura em que os fabricantes alimentares em todo o mundo lutam com a aceleração da inflação, devido ao aumento dos custos das matérias-primas, embalagens e logística, em junho, os preços ainda estavam 33,9% acima do mesmo mês de  2020.

O índice da FAO recuou  2,5% em relação a maio, para uma média de 124,6 pontos. Em maio,  atingiu 127,1, o maior nível desde setembro de 2011, devido ao aumento dos preços dos óleos vegetais, açúcar e cereais. Subiu 4,8% em relação a abril e 39,7% face  maio de 2020.

 

Preços

A queda  dos preços verificada em junho também foi resultado de uma descida nas cotações dos laticínios, mas em menor grau do que a dos óleos vegetais e dos cereais. Os preços mais altos da carne e do açúcar amenizaram o recuo.

Olhando para os cinco indicadores, o índice dos óleos vegetais caiu 9,8%, em junho, para o valor mais baixo dos últimos quatro meses, liderado pelos óleos de palma, de soja e de girassol.

Os cereais desceram 2,6% em relação ao mês anterior, mas ainda  33,8% acima de junho de 2020.

Já os preços dos lacticínios encolheram 1%, com todos os produtos a apresentarem quedas, liderados pela manteiga.

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