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Preço ultrapassa acesso como principal barreira a uma alimentação saudável

Foto Shutterstock

Não obstante 80% dos consumidores citarem o preço como a principal barreira a uma alimentação saudável, 85% afirma que compraria mais frequentemente num retalhista que ativamente fizesse promoções de soluções mais adequadas à saúde.

Esta é uma das principais conclusões de um estudo promovido pelo The Consumer Goods Forum em parceria com o Boston Consulting Group e a Nielsen Global Connect, sobre o estado de saúde, nutrição e bem-estar dos consumidores globais.

Intitulado “How the Consumer Industry Can Boost Healthier Eating”, este estudo marca o arranque de uma série de relatórios que serão realizados no âmbito da iniciativa Collaboration for Healthier Lives Coalition, um movimento global liderado por fabricantes, retalhistas, autoridades de saúde pública e instituições académicas para empoderar os consumidores a adotarem estilos de vida mais saudáveis.

 

A dificuldade de manter uma dieta equilibrada

De acordo com o estudo, manter uma dieta equilibrada é uma luta global para os consumidores. Cerca de 23% admite que tem dificuldades em mantê-la.

Para os CEOs, a saúde tornou-se quer um imperativo moral como um de negócio para a indústria. Os gestores inquiridos acreditam que os impactos mais significativos em termos de nutrição dos consumidores seriam gerados pela maior transparência e educação em termos de saúde, através de medidas proactivas por parte da indústria, como a acessibilidade em termos de preço, a formulação e o acesso a soluções mais saudáveis. “Os consumidores tornaram-se mais interessados nas questões de saúde e bem-estar, mas existe uma série de barreiras que os inibem de passar à ação”, defende Olivier Lamare, Retail Leader na Nielsen. “Com a pandemia de Covid-19 a continuar a mudar os hábitos de consumo no sentido do preço, os retalhistas e os fabricantes têm uma oportunidade de capitalizar a transparência, o preço e o sabor e incentivar estilos de vida mais saudáveis”.

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