in ,

Portugueses gastam até 5,99 euros em especiarias e sal e entre 6 a 10,99 euros em molhos

Foto Shutterstock

54,5% dos portugueses inquiridos pela multidados.com- the research agency afirma gastar mensalmente até 5,99 euros em especiarias e o mesmo valor é gasto em sal (87,8%). Nos molhos, o orçamento sobe para um valor mensal gasto de seis a 10,99 euros (39,2%).

De acordo com os dados do estudo InMarket, na confeção alimentar, 93,4% dos inquiridos mostra preferência pela utilização de sal, seguido de ervas frescas (87,4%), especiarias (85,6%), legumes aromáticos (75,4%), gorduras (74,9%), vinhos (73,1%), molhos preparados (44,3%) e caldos preparados (43,7%).

 

Preferências

A Vatel (45,5%) é a marca que se destaca na notoriedade espontânea na categoria sal. Já no que diz respeito à marca mais consumida, a Continente lidera, com 46,8%, seguida da Vatel (45,5%). Portanto, no momento da compra de sal, os consumidores optam por marcas próprias.

O sal marinho (57,7%) é o tipo de sal mais consumido, seguindo-se o sal fino (14,7%), a flor de sal (9,0%) e o sal rosa dos Himalaias (8,3%).

Relativamente a especiarias, as marcas mais consumidas são Margão (67,1%) e Espiga (10,5%). Ainda assim, no que diz respeito à notoriedade espontânea, também a Knorr (14,7%), a Maggi (9,8%) e a Paladin (4,2%) são mencionadas.

A aplicação de especiarias é feita em carnes (93,7%) e peixes (79,7%), mas também em massas (66,4%), saladas (64,3%) e pizzas (45,5%).

A Knorr (55,4%), a Guloso (50,0%), a Calvé (47,3%), a Paladin (39,2%) e a Hellmann’s (33,8%) são as marcas de molhos mais consumidas.  Dentro dos principais molhos utilizados pelos portugueses estão o molho de alho (48,65), o molho com ervas aromáticas (45,9%), o molho piripiri (44,6%) e o molho vinagrete (37,8%).

64,9% declara a intenção de compra de ingredientes para a confeção dos próprios molhos. Por esta razão, justifica-se um valor mensal gasto superior do que nas restantes categorias.

FAO

FAO alerta para riscos graves para a segurança alimentar decorrentes da guerra na Ucrânia

Havas Media Group

Havas Media Group reforça abordagem de segurança das marcas no contexto Ucrânia-Rússia