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Portugueses evitam o desperdício de mais de 3,5 toneladas de produtos num mês

Durante o mês de junho, os portugueses ajudaram a evitar o desperdício de mais de 3,5 toneladas de bens alimentares e não alimentares através da plataforma online GoodAfter.com.

O supermercado online de origem portuguesa tem como principal objetivo ajudar a combater o desperdício de vários bens de mercearia, saúde e bem-estar, higiene, bebidas, produtos para a casa, automóvel, entre outros. “Os mais de quatro mil registos obtidos no site apenas durante o mês de junho são a prova de que a população portuguesa, e também a espanhola, estão cada vez mais alerta para a questão do desperdício alimentar. No entanto, é muito importante continuarmos a sensibilizar as pessoas para os vários tipos de prazos de consumo existentes e quais os produtos que podem ser consumidos após a data de consumo preferencial sem que a sua saúde seja posta em causa”, explica Chantal de Gispert, co-fundadora do projeto.

Os produtos de mercearia lideram os tipos de bens mais procurados na GoodAfter.com, tanto em número de unidades como em volume de faturação. Seguem-se os bens da categoria beleza e higiene, seguidos pela categoria saúde e bem-estar. Neste momento, a GoodAfter.com conta com mais de 300 oportunidades alimentares e não alimentares em comercialização na sua plataforma, pretendendo expandir, até ao final de 2016, a quantidade e diversidade de bens disponíveis para consumo e alcançar um total de 500 referências.

O projeto da GoodAfter.com tem por base informar e consciencializar as pessoas para a diferença entre “consumir até”, que é uma data limite máxima relacionada com a segurança alimentar, e “consumir de preferência antes de” em inglês “Best Before”, que é a data de consumo mínima, mas que não compromete a segurança alimentar do produto.

Este supermercado português não comercializa produtos que se encontram fora do prazo de consumo, mas apenas com data de consumo preferencial, a data até à qual as marcas asseguram a qualidade ótima do mesmo. A partir dessa data e uma vez que a segurança alimentar dos produtos não está em causa, estes podem ser consumidos e comercializados de forma legal e a preços substancialmente inferiores, com a aplicação de descontos até 70%.

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