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Pescanova avalia possível saída de Portugal

O G7, grupo formado pelos principais bancos espanhóis credores e que controlam a Pescanova, irão avaliar no final do ano a possível saída de Portugal, avança o jornal espanhol Vox Populi.

De acordo com o último relatório de contas da empresa pesqueira, comunicado à Comissão Nacional do Mercado de Valores e auditado pela Ernst & Young, a filial portuguesa da empresa pesqueira é considerada, pela primeira vez, como um ativo para venda.

Segundo fontes próximas da empresa citadas pelo jornal espanhol, o passivo atribuído à Acuinova Portugal é maior que o ativo. De acordo com as últimas contas, os prejuízos da filial portuguesa em 2014 alcançaram os 17,4 milhões de euros.

A Pescanova avalia em 107,8 milhões de euros os investimentos feitos em Portugal. A presença em Portugal foi uma das grandes apostas da empresa pesqueira e sobretudo do seu anterior presidente, Manuel Fernández Sousa. A fábrica de Mira foi inaugurada em 2009, com ajudas do Estado português de cerca de 60 milhões de euros, como a maior unidade de criação de rodovalho, com uma capacidade de produção de sete mil toneladas ao ano. Esta quantidade nunca chegou a ser alcançada.

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