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Jerónimo Martins lucra 150 milhões no semestre

A Jerónimo Martins reportou vendas de 6,6 mil milhões no primeiro semestre deste exercício, o que representa uma subida de 9,8% face ao período homólogo de 2014, enquanto os resultados líquidos subiram 3% para 150 milhões de euros. Por sua vez, o EBITDA (resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de 363 milhões de euros, ou seja mais 6,3% face ao homólogo de 2014.

A proprietária das insígnias Pingo Doce, Recheio, Ara e Biedronka reportou em comunicado de imprensa receitas decorrentes da atividade comercial dos primeiros seis meses do ano de 6,64 mil milhões de euros, um acréscimo de 10% face ao mesmo período do ano passado.

Em linha com as nossas expectativas, os resultados do primeiro semestre revelam os efeitos positivos da estratégia que está em execução na Biedronka. O desempenho da Companhia neste período confirma a eficácia das medidas que estão a ser implementadas, a sua capacidade para reforçar a liderança no mercado e a sua relevância para os consumidores, mesmo num contexto de incerteza quanto à deflação alimentar”, declara Pedro Soares dos Santos, presidente do conselho de administração e administrador delegado da Jerónimo Martins.

Biedronka
Na Polónia, as vendas da Biedronka cresceram 11,7% para 4,499 milhões de euros, suportadas pelo aumento de 2,6% das vendas “life-for-like” (LFL), assim como com o programa de expansão de expansão que contou com a abertura de 83 lojas (das quais 68 adições líquidas). De acordo com a GfK, a Biedronka reforçou a quota de mercado no semestre em 2,3 p.p. face aos mesmos meses do ano anterior.

Portugal
Já o mercado interno manteve o elevado nível de intensidade promocional, o Pingo Doce registou um forte crescimento das vendas LFL (excluindo combustível), que atingiu 4,5% no primeiro semestre (+ 4,7% no segundo trimestre do presente exercício). Em comunicado, a companhia considera que “o Pingo Doce continuou a beneficiar do reconhecimento do consumidor impulsionado pela sua estratégia promocional, pelo reforço da sua oferta de marca própria e pela melhoria da experiência de compra”.

O Pingo Doce renovou, ainda, 15 lojas no decorrer do primeiro semestre, abrir seis novas unidades e fez 94 lançamentos de marcas próprias.

Por sua vez, o Recheio manteve, no segundo trimestre, “o forte desempenho observado desde o início do ano e o LFL nos primeiros seis meses foi de 4,4% (+4,1% no segundo trimestre). A companhia continua a beneficiar do aumento no número de clientes”, pode-se ler no comunicado financeiro.

Novos negócios
Já as insígnias Ara e Hebe contribuíram para os resultados do grupo com vendas combinadas de 103 milhões de euros no primeiro semestre, o que representa um acréscimo de 40 milhões de euros face ao mesmo período do ano passado. “Ambas as cadeias continuaram a desenvolver os respetivos modelos de negócios e propostas de valor”, pode ler-se ainda no mesmo comunicado.

Em finais de junho, a insígnia do grupo na Colômbia contava com 89 lojas no Eixo Cafeteiro, e prepara-se para abrir um novo centro de distribuição ao longo do terceiro trimestre na cidade de Barranquilla, na Costa do Caribe.

Na Polónia, a insígnia Hebe terminou o semestre com 122 lojas de saúde e beleza, que continuam a conquistar as mulheres polacas, nomeadamente com a forte aposta nas categorias de make-up e perfumes. A Hebe conta já mais de 150 mil fãs no Facebook e acima de um milhão de cartões de fidelização ativos.

O Pingo Doce e o Recheio continuam a registar um desempenho que supera o dos respectivos mercados em Portugal. Na Colômbia, está a ser concluído um novo centro de distribuição e, no terceiro trimestre deste ano, iremos iniciar operações na segunda região. Com base no bom desempenho dos nossos principais negócios, vamos continuar a implementar o plano traçado, confiantes que iremos atingir as metas definidas para o ano”, conclui Pedro Soares dos Santos.

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