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Personalização aumenta as vendas em mais de 10%

Foto Shutterstock

A personalização converteu-se numa das tendências de consumo pós-Covid. De acordo com um estudo da multinacional de comércio eletrónico Astound Commerce, os retalhistas com elevados níveis de personalização recebem uma valorização 20% superior à média.

O estudo detetou também ganhos em produtividade entre 6% e 10%, com um aumento da faturação de mais de 10%.

O cliente procura, cada vez mais, este tipo de experiências de compra, tal como revelam nove em cada 10 utilizadores que personalizam um produto ao começar o seu processo de compra online, acabando por adquiri-lo.

Outra das conclusões revela que quatro em cada 10 acaba por gastar mais do que tinha pensado e que, quando a experiência de compra é ultra personalizada, a intenção de acrescentar mais produtos ao carrinho duplica (+110%).

 

Nível ótimo de personalização

Os níveis de maturidade variam muito entre empresas e sectores: aquelas que o estão a fazer bem monetizam até quatro vezes mais as iniciativas de personalização”, explica Daniel Carnerero, vice-presidente da Astound Commerce para Espanha e Portugal.

Além disso, as organizações mais tradicionais ou complexas são as que mais dificuldades encontram no momento de modernizar a sua tecnologia, personalizar a sua experiência em loja e romper com a forma tradicional de trabalho em silos. Pelo contrário, as empresas recém-criadas e as nativas digitais são as que melhor navegam a personalização, que já está incluída na tecnologia e nos seus modelos de negócio.

As marcas que têm um plano e o estão a executar bem já veem os benefícios, apesar da realidade indicar que, no geral, estão longe de proporcionar essa experiência personalizada que os clientes querem. A Astound Commerce sublinha que identificar o nível ótimo de personalização para os distintos segmentos de clientes e pontos de interação é essencial para criar valor real.

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