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PepsiCo vai fechar fábricas e despedir funcionários

A PepsiCo lançou um novo plano de reestruturação que implica que o encerramento de fábricas e economia de custos com funcionários, para reforçar a sua rentabilidade, atualmente em queda.

A multinacional espera um crescimento menor, este ano, e prevê também uma perda de 1% nos lucros. A fabricante de Pepsi, Lay’s, Quaker’s e Doritos está a antecipar problemas com as taxas de câmbio, uma desaceleração no crescimento económico e uma menor confiança do consumidor.

No ano passado, a PepsiCo conseguiu gerar um crescimento da faturação de 2%, para 64,7 mil milhões de dólares (57 mil milhões de euros), e um enorme aumento nos lucros, principalmente devido a uma vantagem fiscal não recorrente de 3,4 mil milhões de dólares (três mil milhões de euros). Como resultado, a base comparativa para 2019 é muito desfavorável.

De forma a não manter a tendência negativa, a PepsiCo continuará as suas reestruturações. O novo presidente executivo, Ramon Laguarta, estenderá o plano de reestruturação até 2023. Também anunciou novas medidas de poupança, com a redução do número de colaboradores e de unidades de produção. A empresa ainda não anunciou onde as medidas serão aplicadas, mas já reservou 2,5 mil milhões de dólares (2,2 mil milhões de euros) para as reestruturações.

Ramon Laguarta enfatiza que nenhuma das filiais ou departamentos da empresa serão encerrados. O novo CEO também não vê nenhum motivo para separar o departamento de snacks e o de refrigerantes, uma ideia sugerida anteriormente por investidores e analistas.

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