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Novas TENA Silhouette assemelham-se a roupa interior

A TENA lançou recentemente no mercado as novas TENA Silhouette, de cintura subida ou descida, disponíveis em preto, creme ou branco.

Na escolha de produtos para incontinência é muito importante que, além de seguros e confortáveis, estes sejam discretos e femininos. Já tínhamos cuecas absorventes com um design feminino, mas não uma gama variada que permitisse à mulher escolher a roupa interior a condizer com a cueca absorvente que iria usar”, destaca Sílvia Figueiredo, responsável da marca. Na nova gama, a marca acrescentou agora a cor preta, tendo em conta que “84% das mulheres tem roupa interior preta e para 53% é a cor que utilizam com maior frequência”.

Feita de materiais macios e confortáveis que lembram o toque do algodão, um dos objetivos deste novo produtor é “ser percecionado como roupa interior, para normalizar a condição de incontinente. Cada vez mais, a marca TENA preocupa-se com a normalização e a quebra do tabu associado à incontinência”, explica Sílvia Figueiredo. “Ao proporcionar produtos que sejam semelhantes à roupa interior, estamos a permitir que as mulheres que os utilizam se sintam mais femininas, desdramatizando o tema da incontinência”.

A incontinência urinária, definida como a incapacidade de armazenar e controlar a saída de urina, afeta 400 milhões de pessoas em todo o mundo e em Portugal cerca de 600 mil. Estas perdas urinárias involuntárias, que podem ser ligeiras e ocasionais ou mais graves e frequentes, afetam mais as mulheres que os homens, sendo que, entre os 45 e os 65 anos, a proporção de casos de incontinência urinária é de três mulheres para cada homem.

Entre os principais fatores de risco contam-se a predisposição familiar ou anormalidades anatómicas e neurológicas, fatores obstétricos e ginecológicos (gravidez, parto e a paridade), efeitos laterais da cirurgia pélvica e radioterapia, prolapso genital ou os chamados fatores promotores, como a idade, comorbilidades, obesidade, obstipação, tabaco, menopausa ou medicação.

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