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Marcas portuguesas mantêm-se na liderança do ranking das mais reputadas

Em 2020, das sete marcas com um índice de reputação de excelência, três são portuguesas e duas encontram-se no topo da tabela.

A Olá lidera o ranking, trocando de posição com a Delta, que se encontrava há dois anos consecutivos na liderança. O top 3 fica fechado com a Nestlé, que mantém o seu lugar face ao ano anterior.

Na quarta posição está a Lego, seguida pela Google e pela Disney. A Luso, no sétimo lugar da lista, mantém-se nos níveis de excelência. As conclusões são do estudo Global RepScore, realizado pela OnStrategy, que avalia o posicionamento e os níveis emocional e racional de reputação, associados a mais de 2.700 marcas a operar em Portugal.

Este ano, apesar do ranking com índices de excelência (mais de 80 pontos) ser mais curto (menos três marcas em comparação ao ano passado), houve um aumento muito significativo das que alcançaram o índice reputacional da robustez (entre 70 e 80 pontos).

Este crescimento deve-se, essencialmente, ao trabalho consistente e sustentado das marcas. Segundo Pedro Tavares, partner e CEO da Onstrategy “cada vez mais, o desafio está na correta identificação dos stakeholders mais influentes, auditoria de posicionamento e reputação, seleção dos touchpoints mais eficientes e gestão dos impactos financeiros”.

Apesar do aumento das marcas consideradas como tendo índices reputacionais excelentes e robustos, Pedro Tavares refere que “este conjunto de marcas não chega a representar sequer 5% das que têm notoriedade em Portugal. Portanto, ainda há muito a fazer na gestão das marcas que estão a operar em Portugal, sejam elas nacionais ou internacionais”.

Relativamente aos sectores analisados, o sector de alimentação é o que se encontra mais bem posicionado. Do seu top 5, quatro são marcas de excelência (Olá, Delta, Nestlé e Luso). Os sectores alimentares, tecnologia e soluções para crianças, são os que registam maiores indicadores reputacionais; por outro lado, os sectores que estão mais expostos às dimensões de serviço e governo societário (utilities, energia, banca, seguros e construção) são os que apresentam os índices mais baixos de reputação.

O estudo revela ainda quais as marcas com os níveis de reputação mais elevados em cada sector: Olá (alimentação), Delta (bebidas), Lego (brinquedos), Google (tecnologia), Galp (energia), Vodafone (telecomunicações), Santander Totta (banca), Fidelidade (seguros), Cetelem (crédito), Multibanco (meios de pagamento), Continente (retalho), McDonalds (retalho alimentar), Levi’s (retalho têxtil), Mimosa (bens alimentares), Super Bock (bebidas alcoólicas), Royal Canin (veterinária), Fairy (detergentes), L’Oréal (bens de grande consumo), Bayer (farmacêutica), Fundação Champalimaud (saúde e bem-estar), Nutribalance (bem-estar e dieta), Seleção Nacional de Futebol (desporto), RFM (media), Pestana (turismo e lazer), TAP (aviação), Abreu (agência de viagens), Via Verde (mobilidade), Mercedes (automóvel), ACP (assistência automóvel), Avis (aluguer automóvel), Samsonite (acessórios de moda), Area (decoração), Samsung (pequenos eletrodomésticos), Rolex (bens de luxo), ACP (serviços logísticos), Vista Alegre (produtos industriais), Remax (imobiliária), Santa Casa (apostas desportivas), Mota Engil (construção e engenharia), Deloitte (consultoria, auditoria e serviços legais) e VDA Vieira de Almeida (advogados).

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