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Consumo mundial de vinho cresce 0,4%

O consumo mundial de vinho está estagnado desde a crise financeira de 2008. Em 2016, progrediu apenas 0,4%, alcançando os 242 milhões de hectolitros.

São dados da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), que adiantam ainda que a produção reduziu 3%, para 267 milhões de hectolitros, devido às condições climatéricas pouco favoráveis em alguns dos principais países produtores, como o Chile, a Argentina e o Brasil.

No seu estudo anual de conjuntura, a OIV mostra que o ranking dos grandes países produtores se manteve, com a Itália na liderança, com 50,9 milhões de hectolitros e um crescimento de 2%, seguida pela França, não obstante a queda de 7% para os 43,5 milhões de hectolitros, e pela Espanha, que cresceu 4% para os 39,3 milhões de hectolitros. Os Estados Unidos da América e a Austrália reforçaram as suas posições, com um crescimento de 10% e 9% para os 23,9 milhões de hectolitros e para os 13 milhões de hectolitros, respetivamente, ao passo que a China (-1% para os 11,4 milhões de hectolitros), a África do Sul (-6% para os 10,5 milhões de hectolitros), o Chile (-21% para os 10,1 milhões de hectolitros) e a Argentina (-29% para os 9,4 milhões de hectolitros) sofreram decréscimos na produção.

No que concerne o consumo, as maiores taxas de progressão foram registadas na China (6,9% para 17,3 milhões de hectolitros), Itália (5,3% para 22,5 milhões de hectolitros) e Estados Unidos da América (2,5% para os 31,8 milhões de hectolitros).

O comércio internacional de vinho diminuiu 1,2% em 2016, para os 104 milhões de hectolitros, mas em valor cresceu 2%, para os 29 mil milhões de euros. Espanha continua a ser o primeiro exportador em volume, com 22,3 milhões de hectolitros, seguida da Itália (20,6 milhões de hectolitros), França (14,1 milhões de hectolitros), Chile (9,1 milhões de hectolitros), Austrália (7,5 milhões de hectolitros), África do Sul (4,2 milhões de hectolitros), Estados Unidos da América (4,1 milhões de hectolitros), Alemanha (3,6 milhões de hectolitros), Portugal (2,8 milhões de hectolitros) e Argentina (2,6 milhões de hectolitros).

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