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Comércio eletrónico não trava expansão das lojas físicas

Os planos de expansão com lojas físicas não serão afetados pelo crescimento do comércio online em 2016, assim o confirmam à CBRE 83% dos retalhistas no estudo “How Active Are Retailers Globally?”.

Apenas 22% refere estar preocupado com o impacto que a forte concorrência do retalho online poderá vir a ter este ano.

Do total de inquiridos, 17% mantêm ambições de larga escala, com muitos retalhistas a estimarem a abertura de mais de 40 lojas, mais 9% que em 2015. 67% prevê abrir até 20 lojas. “Apesar do contexto de incerteza económica e do aumento anual da popularidade das compras online, a presença de uma loja em locais chave mantém-se um elemento essencial para reforçar a presença e a força da marca junto do público. As lojas continuam a ter que criar uma afinidade emocional com os consumidores e os clientes continuam a sentir a necessidade de se deslocar a uma loja tradicional, de tocar no produto e de usufruir do bem-estar associado à inigualável experiência de loja”, comenta Carlos Récio, diretor de Agência de Comércio da CBRE.

A loja é essencial no contexto de experiência de compra e pode ser utilizada como ponto de recolha, como local de procura de um determinado produto ou marca ou como ponto para testar um produto. “A importância da loja não se esgota na componente transacional”, acrescenta.

A Europa Ocidental está no topo da estratégia de expansão dos retalhistas, com a Alemanha a assumir-se como o local mais popular.

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