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Cerealis comprada por donos da BA Glass

A Cerealis foi comprada por Carlos Moreira da Silva e pela família Silva Domingues, que repartem, em partes iguais, o controlo da BA Glass, empresa sediada em Aveiro que produz mais de oito mil milhões de garrafas por ano, em cerca de 12 fábricas, localizadas em sete países.

O grupo centenário, que detém as marcas Nacional e Milaneza, sai, assim, do universo das duas famílias fundadores, Amorim & Lage, por um valor não revelado.

Em declarações ao Público, Carlos Moreira da Silva adiantou que a compra teve por base “o valor da empresa, com um balanço forte, e a possibilidade de crescimento do negócio no mercado internacional, onde já estava presente, mas onde é possível crescer ainda mais“.

Em comunicado, a Cerealis indica que a aquisição foi realizada através das sociedades Teak e Tangor, empresas de investimento dos novos acionistas, mantendo-se 100% nacional. “Estamos satisfeitos com o acordo a que chegámos com os acionistas e convencidos que a Cerealis, mantendo os critérios de excelência e de inovação reconhecidos pelos consumidores portugueses, poderá iniciar uma nova fase de crescimento, diversificação e internacionalização, apostando, para isso, no desenvolvimento dos seus colaboradores“, considera Carlos Moreira da Silva, citado no comunicado. A operação está pendente de autorização pela Autoridade da Concorrência.

A liderança da Cerealis continuará a ser assegurada pelo atual CEO, Rui Amorim de Sousa.

 

Cerealis

A Cerealis, com sede em Águas Santas, na Maia, tem cinco fábricas em Portugal (Maia, Porto, Trofa, Coimbra e em Lisboa) e uma participação de 33,3% na Europasta, uma empresa de massas alimentícias da República Checa. Um quarto da produção é exportado para 40 países, com destaque para a vizinha Espanha e para os PALOP, essencialmente para Angola.

Líder nacional na produção de massas, fechou 2019 com uma faturação de 210 milhões de euros. Emprega cerca de 700 pessoas.

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