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Bolo-rei de Alvarinho já está à venda

Foto Ernesto Fonseca

O chef pasteleiro Francisco Gomes, e a equipa d’A Colonial, uma referência centenária de Barcelos, escolheram o Muros de Melgaço e deitaram “mãos à massa” e à criatividade. O resultado é o bolo-rei de Alvarinho, uma edição limitada que já está disponível na reconhecida confeitaria A Colonial, em Barcelos, e no Club del Gourmet do El Corte Inglés de Vila Nova de Gaia, a 16 euros o quilo, sendo possível fazer entregas mediante consulta e encomenda prévia.

Foto Ernesto Fonseca

O Bolo-rei de Alvarinho é feito com a massa tradicional, sendo acrescentada a amêndoa, a parte de cima leva um crumble e a decoração que o assina: um cacho de uvas feito de pasta cigarrete. O recheio central tem uma geleia de Alvarinho, obtida a partir do vinho Muros de Melgaço, envolvida por uma mousse de chocolate branco Ivoire da Valrhona, “uma das marcas mais caras do mundo”, explica António Barbosa, chef pasteleiro d’A Colonial e braço direito de Francisco Gomes.

 

15 anos a inovar no bolo-rei

Na confeção do Bolo-Rei de Alvarinho foi usado o Muros de Melgaço 2018, DOC Vinho Verde, 100% Alvarinho, que fermenta e estagia em barricas de carvalho francês durante seis meses. Este vinho já foi premiado c já recebeu 92 pontos (em 100) de Robert Parker, da Wine Advocate. Tem um preço recomendado de 14 euros.

Anselmo Mendes, com 32 vindimas, considerado “Senhor Alvarinho”, aceitou o desafio que lhe foi lançado pela pastelaria. “Quando provei, senti acidez, frescura, citrinos, flor de laranjeira, notas de lúcia-lima, gengibre. É absolutamente arrebatador”, confessa o produtor e enólogo.

Desde há quinze anos, a pastelaria A Colonial inventa um bolo-rei sempre diferente, a cada ano. O primeiro foi de rosas, também já houve de laranja e chocolate, de cenoura, de abóbora e nozes, de dióspiro, de caramelo salgado, entre outros.

Francisco Gomes dedica a sua vida à pastelaria de autor, que imagina como coleções inspiradas nos sabores da época, seguindo as tendências, mas mantendo sempre a sua assinatura. Aliás, foi este chef que introduziu os macarons e os éclairs de vários sabores nos hábitos dos portugueses, tendo sempre contribuído para impulsionar a qualidade da pastelaria no país.

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