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Área de Expresso e Encomendas dos CTT bate recordes no quarto trimestre de 2020

Os CTT – Correios de Portugal bateram recordes nos rendimentos da área de Expresso e Encomendas, no quarto trimestre de 2020. Os rendimentos atingiram os 61,5 milhões de euros, o que representa um crescimento de 45,2% face ao mesmo período de 2019 e de 26,6% no ano de 2020.

Os rendimentos operacionais dos CTT cresceram 5,1%, no quarto trimestre de 2020, acelerando a recuperação iniciada no terceiro trimestre (+0,3%), ascendendo a 745,2 milhões de euros, em 2020, o que representa um aumento de 0,7% face a 2019. Mesmo com o atual enquadramento económico desafiante e o contexto pandémico que ainda vivemos, o forte dinamismo das alavancas de crescimento Expresso e Encomendas e Banco CTT permitiu que estes negócios crescessem significativamente, em 2020.

A área de Expresso e Encomendas cresceu 26,6%, em 2020, atingindo receitas de 193 milhões de euros, enquanto o Banco CTT aumentou os rendimentos em 30,5%, em 2020, para 82,1 milhões de euros. Esta boa performance compensou o acentuado decréscimo nos rendimentos de Correio e Outros, que caíram 10,8%, para 426,1 milhões de euros, em 2020, e dos Serviços Financeiros e Retalho, que registaram uma redução de 7,1%, em comparação com 2019.

Já o EBITDA, no quarto trimestre, atingiu os 32,8 milhões de euros, crescendo 16,4% face ao período homólogo, representando o maior resultado trimestral desde o início de 2016. O EBITDA, em 2020, atingiu 90,5 milhões de euros, uma redução de 10,8% face a 2019, penalizado pelo forte impacto da pandemia no Correio e Outros (menos 34 milhões de euros) e nos Serviços Financeiros e Retalho (menos 1,4 milhões de euros). O EBITDA das restantes áreas de negócio cresceu significativamente, com o Banco CTT a contribuir com um aumento de 15,5 milhões de euros e o Expresso e Encomendas crescendo 8,9 milhões de euros.

O Resultado líquido dos CTT foi de 16,7 milhões de euros, em 2020, uma queda de 42,9% face a 2019, em linha com a evolução negativa do EBIT.

De destacar a performance do Banco CTT, que atingiu, em 2020, pela primeira vez na sua história, um resultado líquido positivo (0,2 milhões de euros).

Para João Bento, CEO dos CTT, “estes resultados operacionais demonstram que os CTT têm seguido uma estratégia acertada. Mesmo em contexto pandémico, o reposicionamento da marca e reforço da aposta na área de Expresso e Encomendas trouxe resultados muito positivos, com crescimento a dois dígitos nos rendimentos operacionais, no EBITDA e no número de objetos transportados. Os resultados são animadores, embora ainda não compensem a queda do correio que foi agravada pela pandemia. Também o Banco CTT provou ser uma aposta vencedora, tendo alcançado pela primeira vez resultado líquido positivo.

O gestor destaca, ainda, o peso das diferentes áreas de negócio nos rendimentos, que mostra que “os CTT são hoje muito mais do que correio; para as empresas, são o parceiro certo no desenvolvimento ou outsourcing dos seus processos de negócio, da logística aos pagamentos, apoiando a sua transição digital, em particular ,no domínio do comércio eletrónico, que acelerámos com grande sucesso durante a pandemia. Para as pessoas, são o caminho mais curto para comunicar ou para soluções financeiras simples e robustas, de crédito, poupança e seguros. Encaramos, por isso, com enorme responsabilidade o papel que desempenhamos na manutenção das cadeias económicas e logísticas, com especial e progressiva importância para a cadeia do comércio eletrónico“.

 

2021

Para João Bento, 2021 continuará a ser um ano desafiante, pela continuidade do contexto pandémico e o prolongado confinamento que se registou nos últimos meses e respetivos impactos negativos a nível económico e social.

É também um ano decisivo para a renegociação do contrato de concessão do Serviço Postal Universal, que foi prorrogado até ao final deste ano. Reafirmamos a nossa vontade em ser o prestador do serviço público universal, mas no quadro de um contrato sustentável. É, para tal, fundamental rever a natureza do serviço público, tendo em conta a forte quebra do correio, para que se possa produzir um novo contrato justo, equilibrado e que sirva o interesse de todas as partes”, conclui o CEO dos CTT.

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