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Alibaba promete 200 mil milhões de dólares para impulsionar as importações da China

O Alibaba Group anunciou que vai usar as suas plataformas de e-commerce para trazer 200 mil milhões de dólares em produtos importados para a China nos próximos cinco anos, para satisfazer a crescente procura dos consumidores chineses por produtos de alta qualidade vindos do exterior.

O plano, que será realizado de 2019 a 2023, foi anunciado pelo diretor executivo da Alibaba, Daniel Zhang, no Global Import Leadership Summit, que foi realizado simultaneamente com a China International Import Expo (CIIE) e que durou cinco dias, em Xangai. “A globalização é uma das estratégias de crescimento de longo prazo mais críticas da Alibaba. Estamos a construir a infraestrutura futura do comércio para realizar uma economia digital globalizada, onde o comércio é possível para todos os países do mundo”, afirmou Daniel Zhang. “Aproveitando a tecnologia inovadora e o ecossistema robusto da Alibaba, estamos comprometidos em tornar o comércio global mais inclusivo e cumprir a nossa missão de ‘tornar mais fácil fazer negócios em qualquer lugar’ na era digital“, acrescentou.

O novo plano do Alibaba está em sintonia com a meta de Pequim de aumentar significativamente o número de importações que traz para o país a cada ano. Durante o seu discurso no dia de abertura da CIIE, o presidente chinês, Xi Jinping, disse que as importações de bens e serviços pela China ultrapassariam 30  mil milhões de dólares e os 10 mil milhões de dólares, respetivamente, nos próximos 15 anos. Em 2017, as importações totais da China atingiram os 1,84 mil milhões de dólares, o equivalente a um crescimento de 15,9% em relação ao ano anterior, de acordo com o Ministério do Comércio.

Como o segundo maior mercado consumidor do mundo, a China tornou-se num destino importante para muitos dos principais nomes globais, como a Johnson & Johnson, com sede nos Estados Unidos da América, a Walgreens Boots Alliance, com sede no Reino Unido, a gigante japonesa de cosmética MTG e várias outras grandes empresas europeias, como Nestlé e Danone. Essas marcas, assim como outras empresas de menor porte, alavancaram as plataformas de e-commerce da Alibaba e os seus mais de 500 milhões de utilizadores para reforçar a sua presença na China.

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