A Logicor iniciou a reconstrução de uma plataforma logística na Póvoa de Santa Iria, num terreno com 66 mil metros quadrados. O projeto prevê a criação de 34 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL), reforçando a presença da empresa no mercado da Grande Lisboa.
A intervenção vai substituir dois edifícios industriais antigos, com uma ABL total de 35 mil metros quadrados, cujas estruturas chegaram ao fim da vida útil. A nova plataforma incluirá 30.500 metros quadrados de armazém e cerca de 3.000 metros quadrados de escritórios, desenvolvidos de acordo com as normas técnicas e ESG da Logicor.
Novas infraestruturas e eficiência energética
O projeto tem como objetivo obter a certificação BREEAM Excellent, que atesta os mais elevados padrões em matéria de conceção sustentável de edifícios, desempenho energético e gestão ambiental.
Em termos operacionais, o novo ativo irá oferecer as características que os atuais operadores de logística exigem: pé-direito livre eficiente, configurações de carga otimizadas, iluminação LED, sistemas de extinção automática de incêndios e infraestruturas preparadas para a transição energética.
André Machado, senior director e country lead da Logicor Portugal, comenta que “este projeto tem tanto a ver com a gestão responsável do solo, como com a criação de nova capacidade logística. Os edifícios existentes atingiram a obsolescência funcional e, substituí-los por infraestruturas de classe A, é a medida lógica e responsável a tomar. Através deste projeto, estamos a converter um passivo herdado, num ativo sustentável e de longo prazo – um ativo que irá proporcionar valor duradouro para o nosso negócio, para os nossos futuros clientes e para a comunidade local”.
No corredor logístico da Grande Lisboa
A localização na Póvoa de Santa Iria constitui uma das principais características do projeto, dada a ligação à rede rodoviária nacional, incluindo a A1 e o IC2, e a proximidade aos principais centros de consumo da Grande Lisboa.
A Logicor destaca o potencial da plataforma para operadores de comércio eletrónico, distribuição retalhista, encomendas expresso e logística terceirizada dado que “esta proximidade traduz-se em tempos de trânsito significativamente mais curtos, custos de última milha mais baixos e, maior resiliência da cadeia de abastecimento“.









