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10 tendências para o sector agroalimentar em 2019

Questões como a identidade, segurança, qualidade, bem como o fator surpresa dos produtos deverão ser conceitos a ter em conta por aqueles que procuram modernizar e dinamizar o seu negócio no sector em 2019.

Esta é uma das principais conclusões da análise “Inovação e Tendências do Sector Agroalimentar 2019”, uma iniciativa resultante da parceria realizada entre a Inovcluster – Associação Agro-Industrial do Centro e a CATAA – Associação do Centro de Apoio Tecnológico e Agro Alimentar de Castelo Branco

A análise realça as exigências crescentes dos consumidores face aos produtos que consomem e às suas embalagens, nomeadamente as questões relacionadas com qualidade e segurança, assim como a importância da redução do plástico no embalamento de produtos agroalimentares, associados a consumidores mais rigorosos e com uma consciência ambiental mais desenvolvida. Conceitos como redução da utilização de plásticos e outros resíduos, reciclagem pós-consumo, biodegradabilidade e novas tecnologias destacam-se como fundamentais para a indústria agroalimentar.

Uma análise a bases de dados de padrões de consumo internacionais permitiu também identificar 10 tendências agroalimentares que se prendem com a sustentabilidade, tanto dos produtos como das suas embalagens, com a divulgação de formas saudáveis e sustentáveis de produção, onde o artificial é o “inimigo público número um, bem como a procura por produtos naturais e biológicos e novas alternativas a produtos alimentares, como o sal, o chocolate e até mesmo o peixe.

Os pratos sem sacrifícios estão também na moda, uma vez que oferecem ao consumidor uma experiência gastronómica de qualidade e saudável, com a vantagem da rápida preparação.

O aumento da esperança média de vida merece também destaque, uma vez que uma das tendências a adotar deverá ser a longevidade com qualidade, revelando-se esta como uma oportunidade na indústria agroalimentar pela crescente procura de produtos que providenciem um senso de uma vida mais longa e saudável.

Por fim, tendências como a aventura sensorial, onde as misturas de sabores, o design apelativo e experiências gastronómicas dominam, passando pela hora de petiscar que proporciona ao consumidor snacks leves e nutritivos e a tendência pronta, mas premium, que põe fim às comidas rápidas pouco saudáveis. Também a diversidade na distribuição se revelou como uma das tendências a seguir para negócios mais modernos e atuais, que vão ao encontro das necessidades do consumidor atual.

A análise contempla ainda novos mercados emergentes no sector agroalimentar e os desafios e oportunidades subjacentes a cada um. No grupo das novas tendências de mercado estão integrados países como a Alemanha, Dinamarca, Finlândia, Noruega e Suécia, voando depois até à Ásia, onde o Japão se revela como um mercado com grande potencial de crescimento, especialmente após o acordo de parceria económica assinado com a União Europeia, que entrou em vigor no dia 1 de fevereiro. Será uma zona de comércio livre que abrangerá 635 milhões de pessoas, permitindo que empresas, agricultores, trabalhadores e consumidores da União Europeia possam usufruir das vantagens de um comércio mais simples e mais rápido.

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