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Retail parks revelam-se formato de retalho com maior resiliência face à pandemia

Foto Shutterstock

Os retail parks têm vindo a demonstrar ser o formato de retalho mais resiliente durante a pandemia, de acordo com um estudo da CBRE para a Mitiska REIM.

A análise, que tomou o mercado belga como exemplo, apurou que para métricas-chave, como as taxas de ocupação, valor das rendas, yields, valores de capital e tráfego, os retail parks mostraram uma maior resistência face às lojas físicas e aos centros comerciais, tanto durante o período de confinamento como após. “Estes dados estão em linha com a análise feita pela Mitiska REIM ao sei próprio portfólio de mais de 70 retail parks em 11 países”, pode ler-se no comunicado.

 

Recuperação

A pesquisa também mostrou que os retail parks experimentaram uma recuperação mais rápida e substancial, com um forte tráfego após o primeiro período de confinamento, especialmente nos espaços ancorados por um supermercado. Como resultado da pandemia, os consumidores estão a optar por compras mais seguras. A possibilidade de chegar de automóvel a uma área de estacionamento no exterior, com acesso direto às lojas e de comprar em unidades de retalho de maior dimensão, com baixa densidade de consumidores, favoreceu, segundo o estudo, os retail parks.

A análise da CBRE também revela que os retail parks mostraram-se resilientes face à “ameaça” das compras online. As localizações convenientes, disponibilidade de lugares de estacionamento e a oferta ampla posiciona este formato para o “click and collect” ou para a gestão das devoluções, o que poderá reforçar o “cross-selling”.

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