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Portugueses continuam a comprar em supers e hipermercados mas com menos frequência

Os portugueses continuam a comprar em super e hipermercados (84,2%), embora o façam com menos frequência (52,3%). A conclusão é do barómetro da Marktest dedicado à Covid-19, referente ao acumulado das semanas de 31 de março a 13 de abril.

Os resultados da segunda semana de recolha (7 a 13 de abril) das perguntas sobre a alteração dos hábitos de compras em super/hipermercados, devido à atual situação, revelam a mesma tendência da semana. Considerando o acumulado das duas semanas, entre os que frequentam ou frequentavam super/hipermercados, 62% manteve os locais de compra que já utilizava, enquanto 38% passou a fazer compras noutro tipo de lojas, destacando-se aqui, largamente, o comércio local (minimercados, mercearias, talhos, peixarias, padarias, etc.). A forma mais utilizada para fazer compras é, para grande maioria, ir pessoalmente à loja (91,4%), havendo 8,6% que encomendam online ou por telefone.

Portugueses continuam a comprar em supers e hipermercados

 

Diferenças etárias

Analisando estes resultados por variáveis sociodemográficas, e começando pelas alterações na frequência de super/hipermercados, vê-se que as diferenças são sobretudo ao nível etário: os indivíduos dos 24 aos 54 anos são os que mais continuam a comprar em grandes superfícies e os grupos dos 15 aos 24 anos e dos 55 aos 74 anos são os que mais deixam de o fazer.

Relativamente à alteração no tipo de lojas onde fazem compras, também se verificam algumas diferenças a nível sociodemográfico. Por um lado, entre os que passaram a comprar noutro tipo de lojas, destacam-se as mulheres, os indivíduos dos 35 aos 54 anos e dos 65 aos 74 anos e os residentes na Grande Lisboa e no Grande Porto. Já entre os que mantiveram os locais de compras, registam-se valores um pouco superiores nos homens e no grupo dos 15 aos 34 anos.

Portugueses continuam a comprar em supers e hipermercados

 

Por último, analisando a forma mais utilizada de fazer compras pelas mesmas variáveis, verificamos que entre os que vão pessoalmente à loja não há praticamente diferenças. Já as encomendas online/telefone assumem valores superiores junto dos indivíduos dos 25 aos 44 anos e dos residentes da Grande Lisboa e do Grande Porto.

Portugueses continuam a comprar em supers e hipermercados

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