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Parceria entre Garland e CODE dura há 15 anos

A Garland Logística foi o parceiro escolhido pela Sociedade de Distribuição de Vestuário (SDV), que comercializa a marca de moda CODE, desde o primeiro momento.

A parceria completa, em julho, 15 anos de longevidade, tantos quantos tem a CODE, que é, simultaneamente, o mais antigo cliente da área de logística do Grupo Garland.

Em 2017, ano em que a CODE faturou 48 milhões de euros, a Garland movimentou cerca de seis milhões de peças de vestuário para a marca, a qual ocupa cerca de 25% da área útil do Centro Logístico da Maia II.

Com 61 pontos de venda em Portuga, dos quais 52 estão localizados em lojas Pingo Doce, a CODE marca presença em Marrocos, Argélia, Rússia e Angola. Encarregue do armazenamento e da distribuição das mercadorias da marca pelas lojas nacionais (incluindo Madeira) e internacionais, a Garland tem sido essencial no processo de internacionalização da SDV que, em breve, chegará à Tunísia, à Nigéria e ao Senegal.

No sentido contrário, a CODE foi o cliente-piloto com que a Garland testou aquele que é um dos sistemas de gestão de armazéns mais modernos do mercado (Dispatcher da JDA) e com que lançou o investimento na construção do Centro Logístico da Maia II em 2012. “O processo logístico da CODE obedece a uma complexa, mas fluída ‘teia’ que engloba três parceiros: a SDV, detentora da marca, o Grupo Jerónimo Martins, que detém as lojas Pingo Doce, que são nossos pontos de venda, e a Garland que desenvolve a logística de ‘inbound’ e ‘outbound’. Trata-se de uma relação duradoura com crescimento mútuo e evolução constante num processo em que as três entidades têm de criar valor”, explica Artur Coelho, logistic & quality director da SDV.

De referir que a Garland Logística tem uma forte orientação para o sector da moda, nomeadamente nos sectores têxtil, calçado e acessórios, tendo, no ano passado, movimentado cerca de sete milhões de peças de roupa, 200 mil das quais penduradas e cerca de três milhões de pares de calçado, nos seus mais de 80 mil metros quadrados de centros logísticos dispersos pelo país, desde Cascais (Abóboda), Marinha Grande, Mealhada, Aveiro, Vila Nova de Gaia e Maia.

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