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Pandemia potencia procura de eletrodomésticos e vendas da Electrolux

Foto TY Lim/Shutterstock

A Electrolux excedeu as expectativas no primeiro trimestre. A fabricante sueca de eletrodomésticos viu as suas vendas crescerem 9%, para os três mil milhões de euros, e os lucros a totalizarem 150 milhões de euros.

Jonas Samuelson, CEO da Electrolux, atribuiu os fortes resultados, sobretudo, à dinâmica de consumo gerada pela pandemia, com os consumidores a intensificarem o consumo no lar e a usarem mais intensamente os seus eletrodomésticos.

 

Falta de matérias-primas

Apesar de ter operado, praticamente, na sua capacidade máxima, durante o primeiro trimestre, a Electrolux não foi capaz de responder a toda a procura. A produção foi travada pela falta de alguns componentes eletrónicos e de plásticos, situação que deixa Jonas Samuelson preocupado, caso piore, numa altura em que a atividade industrial global está a recuperar.

A fabricante espera que a procura se mantenha positiva nos seus principais mercados, no que resta do exercício. 40% das suas vendas é gerado na Europa e 31% na América do Norte.

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