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Opção de testar antes de comprar está a mudar os comportamentos de compra

A “explosão” do online está a catalisar a tendência de testar antes de comprar, especialmente na moda, o que pode prejudicar as receitas do retalho.

De acordo com uma pesquisa da Brightpearl, que refle as opiniões dos consumidores norte-americanos e britânicos, esta tendência está a ter impacto no comportamento de compra e nas devoluções.

O estudo revela que um quarto dos retalhistas mundiais irão adotar esta opção até 2019, mas muitos não estão preparados para o facto de que possa quadruplicar os custos. Por exemplo, se os consumidores norte-americanos puderem beneficiar da possibilidade de testar antes de comprar, comprarão em média cinco artigos extra por mês. Mas 87% devolverá até sete das compras. E, para 85%, os custos da devolução deveriam ficar a cargo do retalhista.

40% dos retalhistas sentiram um aumento no número de devoluções intencionais no ano passado e 44% concorda que as suas margens estão a ser fortemente impactadas pela gestão destas devoluções. “Para os consumidores, a possibilidade de testar antes de comprar é uma tendência positiva, que remove uma barreira à compra, o que poderá ser benéfico para as vendas do retalho”, afirma Derek O’Carroll, CEO da Brightpearl. “Contudo, pode ser desastroso para o negócio se não houver o enquadramento certo para gerir as devoluções. Os consumidores irão comprar mais, mas podem devolver até quatro artigos extra por mês, em média”.

O estudo também revela que os “shoppers” querem que as devoluções sejam processadas rapidamente, entre três a cinco dias. Atualmente, a média é de seis dias para se fazer o reembolso.

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