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Le Printemps vítima da Covid-19

Foto HUANG Zheng/Shutterstock

A famosa cadeia francesa de grandes armazéns Le Printemps é maisn uma das “vítimas” da Covid-19, com o encerramento de quatro lojas em França e de três da sua afiliada Citadium.

Com os prejuízos a acumularem-se, o grupo viu-se forçado a transformar o seu modelo e a adaptar-se às exigências do mercado, nomeadamente, através da diferenciação e da renovação da sua base de clientes. De acordo com o Le Figaro, ao longo dos próximos dois anos, serão investidos 40 milhões de euros nestes dois objetivos.

 

450 empregos perdidos

Para reduzir custos, a cadeia fecha, então, sete lojas: quatro department stores em Paris (Place d’Italie), Le Havre, Estrasburgo e Metz e três da subsidiária Citadium em Paris (Campos Elísios e Nation) e Toulon. Como resultado desta reorganização, serão eliminados 450 postos de trabalho, mais de 10% dos seus recursos humanos totais.

De há alguns anos para cá, o grupo tem vindo a operar num mercado estruturalmente difícil, que foi exacerbado pela sucessão de crises económicas”, explica em comunicado, notando que a moda perdeu 17% do seu valor nos últimos 10 anos. A pandemia veio agudizar, ainda mais, a situação, ao dizimar o turismo, o que afetou, de um modo muito particular a icónica loja na Boulevard Haussmann em Paris.

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