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Aqui é Fresco faturou 437 milhões de euros em 2020

Com mais de 700 lojas, a rede Aqui é Fresco anunciou os resultados de negócio relativos a 2020, período em que contabilizou 437 milhões de euros de receitas, números esses que comprovam a resposta positiva dos comerciantes da rede aos desafios da situação atípica imposta pela pandemia.

A margem de lucro do Aqui é Fresco aumentou 12 pontos percentuais face a 2019. No período a que se reportam os números, a insígnia obteve um saldo positivo no número de lojas aderentes e um crescimento da faturação média por ponto de venda acima da inflação, fatores considerados fundamentais para justificar os resultados obtidos.

Segundo Carla Esteves, diretora executiva da rede Aqui é Fresco, “2020 foi um ano desafiante, maioritariamente em contexto de pandemia, com todos os nossos aderentes a enfrentar de forma rápida e eficaz todos os desafios impostos. Mais de 60% desenvolveu sistemas de entregas ao domicílio e está, progressivamente, a criar sites e a aceitar encomendas, promovendo ainda as suas atividades pelos canais digitais”.

Carla Esteves_Diretora Executiva Aqui é Fresco e UniMark
Carla Esteves, diretora executiva Aqui é Fresco e UniMark

Quanto a expectativas futuras, Carla Esteves adianta “a intenção de continuar a crescer não só o número de aderentes, mas também o volume de negócios do canal”. Contudo, considera, ainda, que “existe um conjunto de interrogações sobre a profundidade dos efeitos da pandemia na evolução do poder de compra e na situação económica em geral”. A responsável pela rede Aqui é Fresco conclui referindo que, neste momento, “não quantificamos esses objetivos dadas as incertezas”. Além do mais, salienta a responsável, “numa altura em que existe uma maior aposta nas lojas de proximidade, o Aqui é Fresco acredita que a marca faz a diferença face aos restantes concorrentes por ter um preço de prateleira competitivo, apesar da forte presença no mercado das grandes cadeias organizadas”.

 

Reforço da aposta na transição digital

Mantendo a resiliência do negócio e focados, sobretudo, nas necessidades dos consumidores, a insígnia pretende, este ano, reforçar o investimento na transição digital, nomeadamente com a adoção de cartões de fidelização e a criação de uma loja online. “Durante a pandemia, grande parte das lojas iniciou a entrega ao domicílio por iniciativa própria, com o intuito de dar resposta aos seus consumidores, no entanto, estamos a estudar a generalização do serviço”, acrescentou Carla Esteves.

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