A Logicor inaugurou o Canelas Logistics Park, o seu mais recente ativo logístico localizado em Canelas, no concelho de Vila Nova de Gaia. Com esta operação, a empresa reforça a capacidade instalada no Grande Porto. O projeto está orientado para operações de distribuição regional e last-mile.
O novo parque, com uma área total superior a 20 mil metros quadrados, encontra-se já operacional. Está dividido em quatro unidades, uma das quais foi pré-arrendada antes mesmo da conclusão a uma empresa internacional do sector do vidro automóvel. As restantes três frações, com cerca de 5.200 metros quadrados cada, estão disponíveis para ocupação.
A cerimónia oficial de inauguração contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, Luís Filipe Menezes. O autarca destacou o investimento como um sinal de confiança no concelho e um contributo para a competitividade económica da região.
Aposta na sustentabilidade
Segundo André Machado, senior director e country lead da Logicor em Portugal, o projeto responde à crescente exigência dos operadores logísticos, que procuram infraestruturas mais eficientes, flexíveis e alinhadas com critérios ambientais, sociais e de governação (ESG). “Na cintura logística do Porto, a dinâmica é forte e os ocupantes estão a elevar a fasquia no que toca ao desempenho e sustentabilidade”, afirmou.
Localizado a cerca de 12 quilómetros do centro do Porto, o Canelas Park beneficia de acessos diretos a importantes eixos rodoviários, incluindo as autoestradas A1, A20, A29 e A32. Desse modo, garante uma distribuição eficiente para o norte e centro do país. O ativo foi concebido para acomodar tanto operações de ocupação única como multi-inquilino, integrando ainda espaços de escritórios distribuídos por dois pisos.
Em linha com a estratégia de sustentabilidade da empresa, o empreendimento deverá obter a certificação BREEAM Excellent. Entre as principais características está a instalação de uma central fotovoltaica com capacidade de 138quilowatts. Esta permitirá uma produção anual estimada de 194 megawatts-hora, contribuindo para a redução da pegada de carbono e dos custos energéticos dos futuros ocupantes.








