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70% das grandes marcas estará no metaverso em cinco anos

Foto Shutterstock

O investimento no metaverso aumentará dez vezes em 2022. De facto, espera-se que 70% das grandes marcas esteja no metaverso em cinco anos, de acordo com os especialistas da Wildbytes.

Atualmente, os sectores que mais apostam no metaverso são os do entretenimento e videojogos, mas a moda está também a emergir, graças à criação de peças de vestuário que só podem ser usadas em ambientes virtuais. “O mundo da moda está a viver uma revolução histórica, tanto em termos de impacto económico como de experiências que podem ser geradas e da psicologia associada. O valor das peças digitais que só se podem usufruir em ambientes virtuais já está a ultrapassar o valor dos equivalentes físicos em muitos casos“, diz Julio Obelleiro, CEO da Wildbytes.

Por fim, destacam-se os sectores da beleza e automóvel, em que já existem marcas que estão a avançar e a explorar as diferentes possibilidades oferecidas pelo metaverso.

 

Criptomoedas

O metaverso não seria possível sem as criptomoedas e a tecnologia subjacente, o Blockchain, o que torna possível a existência de NFTs (Non-Fungible Tokens, ativos digitais ou tokens únicos e não permutáveis que podem ser associados a produtos digitais. Desta forma, só durante o próximo ano, o investimento das empresas no metaverso será multiplicado por 10, em parte graças a este tipo de moedas virtuais. Na verdade, estima-se que o metaverso seja um mercado de 800 mil milhões de dólares, até 2024.

A Web 3.0 tornou-se um dos grandes objetivos das empresas, tanto para a acessibilidade como para permitir a possibilidade de representar mundos virtuais. O objetivo é gerar a sensação de uma experiência o mais próxima possível da do mundo físico. Ou seja, para alcançar o realismo em termos do aspeto visual e da forma como interage com esse mundo virtual“, explica Julio Obelleiro.

Só no ano passado, houve mais de cinco milhões de menções ao metaverso em conversas online – com 29% de sentimento positivo da marca – sendo a Geração Z e a Millennial as faixas etárias que dominam 90% destas conversas, de acordo com um estudo do Business Reporter.

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