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6.º Congresso da Indústria Agroalimentar prepara o futuro

O 6.º Congresso da Indústria Portuguesa Agroalimentar realiza-se a 4 de abril, no Convento do Beato, em Lisboa, e tem como tema “Criar Valor, Construir o futuro”.

No ano em que assinala 30 anos, a Federação das Indústrias Portuguesas Agroalimentares (FIPA) propõe-se a discutir e antecipar os desafios futuros deste sector. Os quatro painéis do congresso – “Competir no mercado global”, “O novo Consumidor e os novos desafios”, “A inovação industrial e o alimento”, “A transformação digital na cadeia de valor” – representam os temas mais pertinentes e atuais nesta indústria, que incluem a digitalização, a entrada na indústria 4.0, os novos alimentos e produtos do futuro e a competitividade do agroalimentar no mercado internacional.

O evento, que contará com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na sessão de encerramento, terá como keynote speaker Pedro Reis, CEO do BCP Capital, que trará o seu ponto de vista sobre “A globalização e o papel da indústria alimentar na internacionalização da economia portuguesa”. Entre os vários oradores confirmados estão António Saraiva, presidente da CIP, António Casanova, CEO da Unilever JM, António Simões, CEO da Sovena, Rui Miguel Nabeiro, administrador do Grupo Nabeiro, entre outros empresários.

Jorge Henriques, presidente da FIPA, afirma que “o 6.º Congresso FIPA será um momento importante de reflexão e antecipação do futuro, perante um mercado cada vez mais competitivo, favorável à inovação e ao desenvolvimento do sector agroalimentar. Mais uma vez, este é o momento em que juntamos os principais atores do agroalimentar em Portugal para cruzar ideias e discutir o setor num contexto global”.

A indústria agroalimentar é a indústria transformadora que mais contribui para a economia nacional. De acordo com previsões da FIPA, terá atingido, no final de 2016, um volume de negócios de 15,4 mil milhões de euros, com um Valor Acrescentado Bruto de 2,8 mil milhões de euros. É responsável por mais de 108 mil empregos diretos e mais de 500 mil empregos indiretos e tem mantido, nos últimos cinco anos, um crescimento acima da média da economia nacional. O Governo já indicou recentemente que a indústria tem potencial para, em 2020, ser exportadora líquida.

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