Brand Hero
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BrandHero aposta na aquisição de duas novas micromarcas

Para alcançar objetivo de ser a referência no comércio eletrónico

Devido à sua abordagem ao mercado do comércio digital, a BrandHero conseguiu captar duas novas marcas: a Tech Therapeutics e a Home Icon.

Tech Therapeutics, a marca de fitness italiana que vende aparelhos para correção de postura, registou, em 2021, um volume de vendas globais de 850 mil euros. Agora, sob a alçada da BrandHero, a estratégia de crescimento desta marca centrar-se-á na expansão para mercados maiores, como os Estados Unidos a América e o Reino Unido. Assim, será possível aumentar consideravelmente a base de potenciais clientes, permitindo prever resultados de 2,5 milhões de euros ,até final de 2022, o que representaria um aumento de 242%, logo no primeiro ano sob a gestão da BrandHero.

“Vemos um grande potencial na marca, na forma como será possível otimizar o seu posicionamento atual, mas, sobretudo, um grande potencial de melhoria da localização do inventário, os níveis de stock e, de forma geral, reduzir os custos de transporte das cargas. Uma relação tamanho/peso versus preço baixo é uma excelente receita para as vendas online”, declara Lucas Villanueva, cofundador e diretor de operações da BrandHero.

 

Home Icon

Por seu lado, a Home Icon é uma empresa britânica de utensílios de cozinha distinguida pela Amazon, devido aos seus materiais antiaderentes em cobre, e que registou 500 mil euros em receitas, em 2021, só no Reino Unido. Com o apoio da BrandHero, a estratégia de crescimento desta marca tem, agora, como principal eixo, a otimização da cadeia de fornecimento e o aproveitamento dos benefícios de escalabilidade de um agregador de comércio eletrónico, ao invés de um agregador individual. Desta forma, é possível projetar um aumento das vendas superior a 100%, alcançando 1,2 milhões de euros em receitas, até ao final de 2022.

“Algumas marcas de produtos são mais difíceis de gerir e poucos agregadores estão dispostos a correr esse risco. Acreditamos que isso é o que nos torna diferentes, já que nos sentimos confortáveis ao assumirmos certos desafios relativamente à cadeia de distribuição, mas sabemos que, a longo prazo, somente alguns ‘players’ poderão gerir as operações diárias e ter sucesso”, afirma Carsten Bang Jensen, CEO e cofundador da BrandHero.

 

BrandHero

Além das áreas de foco específicas de cada uma das marcas, a BrandHero também trabalha no sentido de otimizar o potencial criativo da marca, de fortalecer o posicionamento digital em termos de SEO, de acordo com o Amazon TOD, e de aumentar o investimento em publicidade.

Relativamente à escolha de crescer com marcas otimizadas, Joaquín Otamedi, CMO da BrandHero e cofundador e Managing Director da Amazing Agency, explica que a escolha é feita “em categorias com potencial, de acordo com análises do comportamento dos utilizadores. São financeiramente sólidas, com um bom catálogo de produtos que, com a nossa experiência com diferentes ferramentas de marketing, podemos levá-las ao próximo nível e, assim, conseguir economias de escalas que impulsionam a rentabilidade das marcas para beneficiar o utilizador final, otimizando o binómio qualidade/preço”.

As previsões futuras da empresa são muito positivas e, para o final de 2022, estima-se alcançar cerca de 40 marcas de diferentes categorias, com o objetivo de se converter no operador de referência na área do comércio eletrónico.

 

Transformação digital no retalho

A transformação digital desencadeou uma revolução, sobretudo no comércio retalhista, que encontrou no mundo digital uma plataforma eficaz para aumentar as suas vendas e ampliar as suas carteiras de clientes. Assim, em 2021, 40,4% dos portugueses entre os 16 e os 74 anos fez compras online nos últimos meses, o que reflete um aumento de 5,2 pontos percentuais face a 2020, segundo dados do INE.

O barómetro de e-commerce da Marktest mostra, igualmente, que mais de 56% dos portugueses já faz compras online e que quase um terço (30%) faz compras na Internet entre duas a três vezes por mês e uma vez por mês. Os mesmos dados revelam ainda que 14,2% dos que fazem compras online já as faz numa base semanal. Nesse sentido, este crescimento tem sido impulsionado pelos mercados de terceiros, incluindo Amazon, Alibaba, eBay, entre outros, bem como pelo “boom” de agregadores, um tipo de empresa com o foco na compra de marcas de bem-sucedidas com forte projeção.

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