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Qual é o comportamento de consumo tecnológico dos portugueses?

Imagem Shutterstock

Numa época em que o consumo tecnológico será muito superior ao normal, ficam algumas conclusões de que estudo realizado pela Netsonda e Produto do Ano, junto de uma amostra de 300 consumidores, com idades entre os 15 e mais de 65 anos, sobre o comportamento dos portugueses face ao consumo de tecnologia em geral.

 

Acesso a conteúdos online

Os consumidores portugueses acedem maioritariamente a conteúdos através de smartphone (86%) e portátil (71%). Com menos expressão surgem o computador de secretária/desktop (42%) e tablet (37%).

 

Utilização de redes sociais

As redes sociais mais utilizadas pelos portugueses são o Facebook e o Whatsapp, (ambos com 86%), logo seguidas do Facebook Messenger (75%) e Instagram (70%). Seguem-se a estas o Twitter (28%), Pinterest (14%), Snapchat (12%) e Linkedin (10%).

Quando questionados sobre o tempo de consulta nas redes sociais, constata-se que as com maior utilização (a cada duas a três horas ou a todas as horas do dia) são o Whatsapp (67%), seguido do Instagram (56%) e Facebook (55%). Surgem depois Facebook Messenger (48%) e Pinterest (30%). Twitter (16%), Snapchat (12%) e Linkedin (10%) são as que menos tempo ocupam aos portugueses, sendo este último apenas utilizado cerca de duas a cinco vezes por semana para 48% dos inquiridos.

 

Plataformas de streaming

No que respeita a plataformas de streaming, o Youtube (89%) é o mais utilizado, seguido do Instagram (47%), Netflix (45%) e Spotify (44%). Twitter (12%) e HBO (12%) são os menos utilizados.

Quando se trata de plataformas de streaming pagas, 56% revela não pagar nenhuma. De entre os que pagam, a Netflix (36%) é a preferida, seguida do Spotify (13%) e HBO (6%).

 

Compras online

Quando se trata de escolha de sites/apps para fazer compras online, as escolhas recaem maioritariamente sobre Aliexpress.com (42%), Ebay.com (34%), Olx.pt (34%) e Worten.pt (31%).

Wook.pt (28%) e Continente.pt (26%) surgem numa escolha intermédia e, por fim, são mencionados Prozis.com (16%), Laredoute.pt (14%), Amazon.es (13%), Showroomprive.com (11%), Elcorteingles.pt (9%), Perfumesecompanhia.pt (8%) e Tiendanimal.pt (7%). 18% dos inquiridos revelam que escolheriam outros sites, onde se destacam a Fnac.pt, Ticketline, Sapo.pt, Cinema.nos.pt, Amazon e Zara.pt

Quanto às razões pelas quais fazem compras na Internet, são maioritariamente relacionadas com a conveniência: “não preciso de me deslocar” (59%); “é mais conveniente” (45%); “é mais barato” (44%); “é mais rápido” (33%) e “não preciso de carregar / transportar as compras” (32%). Mas também pelo facto das opções de escolha serem mais (35%) e a informação mais clara: “tenho mais informação” (25%) e “os preços são mais claros” (15%).

Para aqueles que ainda não fazem do online uma opção de compra, ou o fazem muito raramente, as razões estão relacionadas com a preferência por tratar das coisas presencialmente (78%). O facto de considerar não ser seguro representa 24% e a falta de confiança na entrega 17%. Apenas 11% refere não ter meios de pagamento adequados, enquanto 7% refere não encontrar o que procura e 4% refere não lidar bem com novas tecnologias.

Os consumidores portugueses, no momento de optar pela compra online, optam por pesquisar em motores de busca (Google, Sapo, Yahoo) (80%) e nos sites das marcas (78%). As redes sociais apenas representam 25% dessa escolha.

 

Importância das avaliações online

78% dos inquiridos tem por hábito ler/ver os reviews online das marcas antes de tomar uma decisão de compra. Neste aspeto, os inquiridos dividem-se sobre a importância da avaliação online e da recomendação pessoal. 52% refere confiar tanto na avaliação online como numa recomendação pessoal, enquanto 48% confia mais numa recomendação pessoal.

62% dos inquiridos já fez review da sua experiência de compra e a maioria (515) é levado a fazê-lo em todas as experiências que tem com a marca, seguido de 35% que só o faz com uma experiência positiva e 14% que só o faz com uma experiência negativa.

Cerca de 84% assume ver avaliações online dos produtos que pretende comprar.

No que respeita à importância das avaliações para julgar a escolha por uma determinada marca, produto ou serviço, 46%  revela ser muito permeável à classificação geral de estrelas, contra 22% que considera não ter qualquer interesse; 39% é muito condicionado pelo sentimento dos reviews, contra 28% que considera não ter qualquer impacto nas suas decisões; 47% é muito condicionado do pelos reviews mais recentes, contra 21% que considera não influenciar a sua decisão; 77% considera ser mais importante a sua experiência passada e apenas 6% contraria esta afirmação, e 76% afirma ser muito importante a informação de marcas no Instagram e apenas 6% contraria a mesma afirmação.

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