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Confiança dos consumidores renova máximos de 1997

Há quase 20 anos que os portugueses não se encontravam tão confiantes. O indicador de confiança dos consumidores renovou os valores máximos de novembro de 1997, com uma nova subida em junho, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Prolongou-se, assim, a tendência positiva verificada desde o início de 2013. Para este resultado, contribuíram as expectativas relativas à evolução do desemprego, da situação económica do país e da situação financeira do agregado familiar.

Também o indicador de clima económico continuou a subir entre de janeiro e junho, atingindo o máximo desde o mesmo mês de 2002. Os indicadores de confiança aumentaram na indústria transformadora, na construção e obras públicas e no comércio e, pelo contrário, diminuíram nos serviços. “No mês de referência, as opiniões sobre a procura global e as perspetivas de produção contribuíram positivamente para o comportamento do indicador, enquanto as apreciações sobre a evolução dos stocks de produtos acabados apresentaram um contributo negativo”, pode ler-se no relatório do INE.

No comércio, o indicador de confiança cresceu em junho, após ter diminuído ligeiramente em maio, fruto do auxílio positivo das apreciações sobre o volume de vendas e das opiniões sobre o volume de stocks.

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